Guitarrista Billy Brandão lança seu primeiro movimento solo com o single inédito “Par ou Ímpar”

Faixa abre caminhos para a chegada do primeiro disco de Billy, “O Bicho Tá Pegando”, que estreia por completo em breve

“Par ou Ímpar” é o primeiro single do disco inédito do guitarrista Billy Brandão, experiente músico que tocou com nomes como Frejat, Erasmo Carlos, Marisa Monte, Paulinho Moska, Lobão, Ana Carolina e Orlando Morais. Disponível em plataformas digitais [ouça aqui], a canção anuncia a chegada de “O Bicho Tá Pegando”, disco de estreia da carreira solo de Billy e com lançamento confirmado para as próximas semanas.

Um músico que não para nunca – se duvidar ele até sonha com música enquanto dorme -, Billy Brandão compôs “O Bicho Tá Pegando” em paralelo à sua rotina de sideman. Se você é daquele tipo de ouvinte aficionado(a) por uma boa ficha técnica, já deve ter trombado com ele por aí.

No tempo livre entre isso tudo, incluindo as férias na serra carioca, onde a foto de capa do single foi realizada, o guitarrista foi registrando seus primeiros rascunhos sonoros em dispositivos como celulares e secretárias eletrônicas. Com todas essas peças criadas, Billy formatou uma banda com amigos e num banho de estúdio que vem acontecendo de 2018 para cá, “O Bicho Tá Pegando” foi sendo gestado com bastante calma e esmero, resultando num disco potente e sofisticado que começa a se apresentar agora, a partir deste primeiro single.

Gravado no estúdio Du Brou, do amigo Frejat, foi ali que Billy produziu suas dez faixas instrumentais – sendo o single uma delas. Tais canções foram registradas com Billy nas guitarras, Alexandre “Katatau” no baixo e Lourenço Monteiro nas baquetas, os três tocando ao mesmo tempo. “Par ou Ímpar” é vibrante e evidencia um arranjo rico em detalhes e movimentos, a escolha certa para dar aquele gostinho de todo o bicho que, logo mais, já vai nos pegar de vez.

Nas palavras do crítico Arthur Dapieve, ao ouvir Billy Brandão nos posicionamos “entre mesuras ao ídolo Jeff Beck, a Frank Zappa, Santana, Chick Corea e Hermeto Pascoal”. Dapieve destrincha algumas pistas desse processo também, oferecendo elementos mais detalhados para uma escuta atenta dos ouvintes. “Num afastamento deliberado do clichê da fusion, não há teclados. Sua função harmônica foi assumida por um naipe de metais – formado pelo trombonista Marlon Sette, o trompetista Diogo Gomes e o sax-tenorista Zé Carlos ‘Bigorna’ – que gravou em separado, assim como o percussionista Eduardo Lyra. Os quatro potencializam o peso e o calor do power trio central”, aponta o crítico.

Essa percepção de Dapieve dialoga diretamente com as impressões do próprio Billy Brandão. “Eu estou sim solando em todas as músicas, mas eu me vejo mais como o ‘cantor’ (ou melhor dizendo: minha guitarra que é), interpretando o tema das músicas, muito mais do que esperando uma brecha pra mostrar meus licksriffs e chops”, pondera o guitarrista. “Pelo contrário eu tenho a preocupação de mudar timbres, busquei por efeitos estranhos e tal, procurei fugir do lugar comum do ‘disco de guitarrista’ ou melhor, do estereótipo do ‘guitar hero’. Eu cortei vários trechos meus de solos, quis dar ênfase a estética de canção dessas músicas, sem muitas indulgências e ego trips de solos longuíssimos  – porém, não garanto que isso não vá acontecer ao vivo, rs”, ele diverte sobre o futuro.

Ouça “Par ou ímpar” aqui

Canal de YouTube – Billy Brandão

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